Cuidado especializado

Feridas que não cicatrizam merecem um olhar especializado

Algumas feridas simplesmente não seguem o curso esperado de cicatrização. Entenda os principais tipos e quando é hora de buscar ajuda.

Quando uma ferida é considerada "de difícil cicatrização"

De forma geral, uma ferida é considerada crônica ou de difícil cicatrização quando não apresenta evolução significativa após 4 a 6 semanas de tratamento adequado. Isso costuma estar associado a fatores como diabetes, problemas circulatórios, infecções persistentes ou imobilidade prolongada.

Quanto mais tempo uma ferida assim permanece sem tratamento especializado, maior o risco de complicações — por isso buscar avaliação rapidamente faz diferença real no resultado.

Principais tipos de feridas complexas

Pé diabético

Pessoas com diabetes podem desenvolver feridas nos pés que demoram a cicatrizar, muitas vezes associadas à perda de sensibilidade (neuropatia) e à má circulação. Sem cuidado adequado, essas feridas podem evoluir para infecções graves.

Úlceras venosas

Ocorrem geralmente nas pernas, associadas à insuficiência venosa crônica — quando as veias têm dificuldade de levar o sangue de volta ao coração. São feridas recorrentes e que exigem tratamento contínuo.

Úlceras arteriais

Causadas pela má circulação arterial, que reduz o fluxo de sangue (e oxigênio) para a pele e os tecidos. Costumam ser dolorosas e de cicatrização especialmente lenta.

Feridas pós-cirúrgicas complicadas

Quando o local de uma cirurgia não cicatriza como esperado — por infecção, deiscência (abertura dos pontos) ou outros fatores — pode ser necessário um acompanhamento especializado adicional.

Lesões por pressão (escaras)

Surgem quando uma área do corpo fica sob pressão prolongada, geralmente em pacientes acamados ou com mobilidade muito reduzida, interrompendo o fluxo sanguíneo local.

Sinal de alerta: ferida com mau odor, secreção, vermelhidão ao redor, febre ou dor crescente pode indicar infecção — procure avaliação o quanto antes.

Como a OHB pode ajudar

Em muitos desses casos, a oxigenoterapia hiperbárica é usada como parte do plano de tratamento, aumentando a oxigenação dos tecidos lesionados e favorecendo a cicatrização — sempre em conjunto com o tratamento clínico da ferida.

Entender como funciona a OHB

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